sexta-feira, 5 de junho de 2020

Acorde! Acorde para o Dia Mundial do Meio Ambiente.



No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)  promoveu "virtualmente uma série de atividades para estimular reflexões sobre o momento atual, destacar a interdependência entre a saúde humana e a saúde do planeta e buscar entendimentos sobre como construir um mundo melhor no pós-pandemia – #PelaNatureza."
 Nas escolas sempre desenvolvemos ações reflexivas e práticas para conscientizar as crianças, adolescentes, joves e adultos sobre a preservação do meio ambiente. Esse ano nossas ações foram virtuais estimuladas pelo PNUMA.
"Desde o alimento que consumimos à água que bebemos, o ar que respiramos e, inclusive, muitos medicamentos que salvam vidas, todos são providos pela natureza. “Quando perdemos a biodiversidade, perdemos esses serviços dos quais dependemos para existir”, alerta Denise Hamú ( representante das Nações Unidas no Brasil).


https://nacoesunidas.org/dia-mundial-do-meio-ambiente-pnuma-promove-reflexoes-virtuais-para-estimular-acoes-reais/

Live Papo musical, dia 05/06, às 19h!






Parabéns, Ângelo!


quinta-feira, 4 de junho de 2020

Leitura literária para o mês de junho!

Sugestão para as turmas de 8º ano

A Droga da obediência, Pedro Bandeira 


Descrição

Uma turma de adolescentes enfrenta o mais diabólico dos crimes! Num clima de muito mistério e suspense, cinco estudantes ? os Karas ? enfrentam uma macabra trama internacional: o sinistro Doutor Q.I. pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios, aplicando na juventude uma perigosa droga! E essa droga já está sendo experimentada em alunos dos melhores colégios de São Paulo. Esse é um trabalho para os Karas: o avesso dos coroas, o contrário dos caretas!


Sugestão para as turmas de 9º ano

A marca de uma lágrima, Pedro Bandeira 


Descrição

Pedro Bandeira apresenta a confusa vida de Isabel: seu grande amor está namorando com sua melhor amiga. Como se não bastasse, a diretora da sua escola é assassinada, e ela é a única testemunha. Será que Isabel conseguirá acalmar seu coração e seu medo?


Para ler os livros clique no link abaixo!




quarta-feira, 3 de junho de 2020

Atividade 2 para o 9º ano - Coesão e coerência

Objeto de conhecimento: Estilo
Prática de linguagem: Análise Linguística/ Semiótica
Habilidade(s): (EF69LP18) / (EF89LP15)
Campo de atuação jornalístico/midiático.

A temática a ser abordada nessa aula trata-se da coerência e coesão textuais.
Enquanto a coesão diz respeito às articulações gramaticais existentes entre palavras, frases e orações no plano linguístico, a coerência trata da relação lógica entre ideias, situações ou acontecimentos, subjacentes aos mecanismos formais, e construída a partir do conhecimento compartilhado entre os usuários da língua. O conceito de coerência está ligado ao conteúdo, ou seja, está no sentido constituído pelo leitor.

Esta atividade deverá ser respondida aqui na sala de aula. Abra o arquivo abaixo e responda o formulário.

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https://docs.google.com/forms/d/1SZkVvS1AecGO1AWpnzYvXkTlLRFTVp-3bWmdhB0UbwU/edit?usp=sharing

terça-feira, 2 de junho de 2020

Atividade 2 para o 8º ano- Verbete enciclopédico

GÊNERO: Verbete de enciclopédia
OBJETO DE CONHECIMENTO: - Conhecendo o verbete enciclopédico: Recursos expressivos de coesão - Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição/ Estratégia de produção
HABILIDADE(S): (EF69LP36) . (EF69LP37)

Qual é a finalidade do verbete enciclopédico?

Verbete enciclopédico é um gênero textual de natureza expositiva, encontrado, como o nome já diz, em enciclopédias. Elas são organizadas em verbetes. Eles têm como objetivo apresentar definições e informações sobre um determinado assunto, utilizando linguagem objetiva e impessoal.

Fonte: Nova Escola.org

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https://docs.google.com/forms/d/1qkziqJYxCHi_MloGkOFHtrJDIii4hPikYzmPgX4qzj4/edit?usp=sharing

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Conto clássico - "A Cartomante" - Machado de Assis

Para ilustrar o conto clássico assista ao vídeo sobre a análise do conto "A cartomante de Machado de Assis". 
O conto clássico é o gênero estudado no Plano de Estudo Tutorado - PET, do 9º ano, desenvolvido pela SEE- MG.


quarta-feira, 27 de maio de 2020

O conto

O conto é um dos gêneros narrativos mais comuns na tradição literária brasileira. Grandes autores, como Álvares de Azevedo, Machado de Assis ou Mário de Andrade são reconhecidamente excelentes contistas. Em virtude da importância do gênero, muitas faculdades e universidades solicitam aos candidatos, em seus vestibulares, que produzam contos. Existem, inclusive, alguns tipos ou subcategorias desse gênero, entre os quais estão: o conto de fadas ou o conto fantástico.
Estrutura
O gênero literário conto é estruturado como uma narrativa curta que envolve apenas um conflito. Nessa perspectiva, o momento de maior tensão do gênero é chamado de clímax. Além disso, embora não seja uma regra, é comum que o conto apresente:
  • poucos personagens;
  • espaço ou cenário limitado;
  • recorte temporal reduzido.

Elementos

A estrutura do conto é baseada nos elementos fundamentais da tipologia narrativa. Nesse sentido, o gênero textual em questão deve ter:
  • Personagens

Esse elemento corresponde aos seres que executam e sofrem ações durante o enredo das narrativas. Nesse sentido, podem ser personagens tanto seres humanos quanto outros seres viventes, tais quais animais, plantas ou até objetos humanizados. Veja, a seguir, a apresentação da personagem Ana, do conto “O amor”, de Clarice Lispector:
Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
In: LISPECTOR, C. Laços de família.
Nota-se que o leitor conhece a personagem pelas ações de Ana — “Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas” —, bem como pela  descrição de pessoas próximas a ela, como os filhos ou o marido. Além disso, sobre o cenário descrito: a cozinha, em específico, e o apartamento, em geral, são também elementos que fazem o leitor pensar sobre quem seria essa personagem.
  • Narrador

O narrador é aquele que conta a história ao leitor, possui tipos, conforme se explica a seguir.
  • Narrador em 1ª pessoa: também conhecido como narrador personagem, é aquele que participa do enredo que narra. Os verbos utilizados são flexionados na 1ª pessoa do discurso.
  • Narrador observador: não participa da história, é alguém externo a ela, desconhecido das personagens e irrelevante ao conflito. Os verbos usados são flexionados na 3ª pessoa do discurso. É importante dizer: esse narrador conta apenas o que vê, desconhecendo o futuro ou os pensamentos das personagens.
  • Narrador onisciente: também não participa da história. No entanto, diferentemente do observador, é um tipo que conhece o passado, o futuro e os pensamentos das personagens.
  • Tempo

Esse elemento em uma narrativa pode ser entendido de duas formas. De um lado, fala-se de tempo como a época em que a história ocorre. 
  • Espaço

O espaço de um conto é, em linhas gerais, o cenário no qual as personagens executam e sofrem as ações que compõem o enredo. Relembre o cenário de “O amor”, da obra Laços de família, de Lispector: “A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando”.
  • Enredo

É definido como a sequência das ações que compõe a história. É o enredo que traz movimento para o gênero narrativo.
  • Conflito

Pode ser definido como a situação-problema vivenciada pelas personagens em uma narrativa. No caso do conto, por ser um gênero curto, o conflito costuma ser único.
Por Me. Fernando Marinho. Disponível em:< https://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-conto.htm. >  

  • Tipos de contos

Existem diversos tipos de conto, e a categorização dessas subdivisões do gênero devem-se a diversos fatores, tais como o tipo de personagem, a época em que o enredo ocorre, ou ainda o público. Listamos, a seguir, alguns tipos de conto:
  • Conto de ficção científica: caracterizado por ter, em seu enredo, elementos que não existem em nossa realidade, mas que poderiam existir devido ao avanço científico e tecnológico.
  • Conto infantojuvenil: narrativas voltadas para jovens e crianças. Normalmente, a linguagem utilizada nesses contos é mais simples, e as temáticas são relacionadas a conflitos comuns na vida de seus leitores-alvo.
  • Conto fantástico: com personagens e acontecimentos impossíveis na realidade e não explicados na narrativa, esses contos têm conquistado cada vez mais leitores.
  • Conto de fadas: velho conhecido de muitas pessoas, o conto de fadas é marcado pela existência de fadas e outras criaturas mágicas entre suas personagens. Esse subgênero de conto é especialmente lido por crianças, embora existam narrativas assim voltadas para o público mais velho.
 Por Me. Fernando Marinho. Disponível em:

Atividade complementar para o 9º ano - Texto Paciência

Objeto de conhecimento: Recursos linguísticos e semióticos que operam nos textos pertecentes aos gêneros literários / Variação linguística.
Habilidades: EF 69 LP 54)  / EF 69 LP 55X

Esta atividade propõe a leitura e a interpretação do texto. Responda as questões no seu caderno. Faça cabeçalho para identificar a atividade.


Paciência

Mesmo quando tudo pede
um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora,
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
espera a cura do mal
E a loucura finge
que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
O mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo
pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara...
Tão rara...
(Lenine e Dudu Falcão)

01) De acordo com a música, é correto afirmar que:

(a) o autor não está preocupado com a vida, vive do seu jeito.
(b) o autor deixa transparecer que não devemos ser escravos do tempo.
(c) o autor rejeita a ideia de parar porque a vida não para.
(d) o autor acha que devemos evitar com antecedência as situações que nos causam inquietude.

02) O autor da música descreve a importância da “Paciência” e essa valorização evidencia-se corretamente pela:

(a) oposição entre a loucura e a pressa do mundo.
(b) descrição dos fatos da vida como a cura do mal, a velocidade do mundo e a loucura fingida.
(c) comparação entre a vida que é tão rara e a loucura que é normal.
(d) correlação entre a pressa do mundo e o valor da vida.

03) No contexto, a expressão “vou na valsa” (linha 09) significa:

(a) dançar conforme a música.
(b) levar a vida suavemente.
(c) saber esperar o momento certo.
(d) correr contra o tempo.

04) Nos versos "Mesmo quando tudo perde" (primeira estrofe), "Até quando o corpo pede" (primeira estrofe) e "Enquanto o tempo acelera" (segunda estrofe), os elementos de coesão destacados expressam, respectivamente, ideias de:

(a) tempo, tempo, concessão
(b) concessão, concessão, tempo
(c) concessão, tempo, adversidade
(d) adversidade, proporcionalidade, concessão
(e) tempo, proporcionalidade, concessão

05) Sabendo que ANTÍTESE consiste no uso de palavras contrárias, transcreva do texto um bom exemplo, e explicando a importância para a canção:

06) Que função da linguagem predomina no texto em questão? Justifique sua resposta:

07) O que significa o verso "vou na valsa"? Explique a sua importância para o contexto, como um todo:

08) Explique o aparente PARADOXO presente no verso "E a loucura finge que isso tudo é normal":

09) Você acha que o mundo precisa mesmo de um pouco mais de paciência? Por quê? Você se considera uma pessoa paciente?

10) Que mensagem a canção lhe transmitiu? Comente:

11) Ilustre a música em meia folha A4 ou em seu caderno, colorindo bem.

12) Diga a que classe gramatical pertence cada palavra destacada no texto:



Fonte: Blog Artmanhas da Língua. https://arteemanhasdalingua.blogspot.com/

terça-feira, 26 de maio de 2020

Atividade complementar para o 8º ano - Texto Paciência

Objeto de conhecimento: Recursos linguísticos e semióticos que operam nos textos pertecentes aos gêneros literários / Variação linguística.
Habilidades: EF 69 LP 54) / EF 69 LP 55X

Esta atividade propõe a leitura e a interpretação do texto. Responda as questões no seu caderno. Faça cabeçalho para identificar a atividade.

Paciência (Lenine)

Mesmo quando tudo pede

Um pouco mais de calma

Até quando o corpo pede

Um pouco mais de alma

A vida não para.


Enquanto o tempo

Acelera e pede pressa

Eu me recuso, faço hora

Vou na valsa

A vida é tão rara.

 

Enquanto todo mundo

Espera a cura do mal

E a loucura finge

Que isso tudo é normal

Eu finjo ter paciência.

 

O mundo vai girando

Cada vez mais veloz

A gente espera do mundo

E o mundo espera de nós

Um pouco mais de paciência

 

Será que é tempo

Que lhe falta pra perceber?

Será que temos esse tempo

Pra perder?

E quem quer saber?

A vida é tão rara

Tão rara

 

Mesmo quando tudo pede

Um pouco mais de calma

Até quando o corpo pede

Um pouco mais de alma

Eu sei, a vida não para

A vida não para não

 

Será que é tempo

Que lhe falta pra perceber?

Será que temos esse tempo

Pra perder?

E quem quer saber?

A vida é tão rara

Tão rara

 

Mesmo quando tudo pede

Um pouco mais de calma

Até quando o corpo pede

Um pouco mais de alma

Eu sei, a vida é tão rara

A vida não para não

 

A vida é tão rara.

                                              Composição: Dudu Falcão / Lenine.

Entendendo a canção:

01 – De que trata a canção?

 

02 – Na primeira estrofe o eu lírico questiona o ritmo acelerado que vivemos. Copie os versos.

 

03 – Nos versos: “Enquanto todo mundo

                             Espera a cura do mal

                             E a loucura finge

                             Que isso tudo é normal

                             Eu finjo ter paciência.”

 

O que o eu lírico quis dizer?

 

04 – Na segunda estrofe, o eu lírico recusa-se a ter pressa. A justificativa está expressa no item:

 

a)   A vida é rara e merece ser vivida plenamente em cada segundo.

b)   A valsa é um estilo de música que não exige pressa dos bailarinos.

c)   O eu lírico não gosta de seguir padrões a ser igual a todo mundo.

d)   O eu lírico relaciona a loucura a ideia de ter pressa.

 

05 – Segundo a canção, é correto afirmar:

 

a)   O eu lírico crê que as pessoas estão necessitando de alma porque vivem com paciência.

b)   O eu lírico não compreende a pressa das pessoas, por isso age de outro modo.

c)   As pessoas prendem-se ao fato de a vida não parar para ter pressa de viver.

d)   A recusa à pressa foi uma necessidade do eu lírico, não uma opção.

 

06 – Nos versos 17 e 18, há duas indagações feitas pelo eu lírico – uma em que ele se exclui e a outra em que se inclui. Sobre elas, é correto afirmar:

 

a)   Sua inclusão na segunda pergunta indica o quanto ele também se sente perdendo tempo.

b)   Sua exclusão na primeira pergunta indica que ele se coloca como um entendimento superior em relação às pessoas.

c)   Sua exclusão na segunda pergunta indica que ele também se percebe na velocidade do tempo.

 

07 – Dizer que o corpo pede “um pouco mais de alma”, é o mesmo que dizer que:

 

a)   Por vezes necessitamos sair do automatismo da vida cotidiana.

b)   Sentimos necessidade de rezar.

c)   Sentimos necessidade de sermos bons.

d)   O eu lírico associa alma à paciência.

 

08 – “Eu sei / A vida não para” (v. 22-23). Na canção, saber que “A vida não para”, significa:

 

a)   Aceitar a existência de um modo de vida mecânica, ainda que não concorde com ele.

b)   Conformar-se, até certo ponto, com o modo corrido de viver a vida.

c)   Ironizar a falta de vontade de uma mudança radical no modo de vida.

d)   Compreender o quanto é difícil olhar mais para si diante do turbilhão da vida diária.

 

09 – A oposição que baseia a canção é:

 

a)   Velocidade X loucura.

b)   Pressa X paciência.

c)   Mundo X tempo.

d)   Paciência X calma.

 

10 – A expressão “Vou na valsa” (v. 09) no contexto da canção significa:

 

a)   Distanciar-se das pressões da correria da vida.

b)   Seguir sempre o mesmo compasso em seus atos, sem deter-se ou apressar-se.

c)   Brincar com necessidade de tempo para tudo.

d)   Negar-se a um posicionamento sobre a questão.

 

11- Que mensagem a canção lhe transmitiu? Comente:

 

12- Ilustre a música em seu caderno, colorindo bem.


                                                                                                                                                                                                                           Fonte: Blog Armazém o texto.  https://armazemdetexto.blogspot.com/ 

A Escola Estadual Pio XII volta às aulas!

Esperamos por todos vocês!