segunda-feira, 3 de junho de 2013

Abertura do "Jornal Mural" da E.E.Pio XII

No dia 23 de maio de 2013, os professores e alunos da Escola Estadual Pio XII reuniram se no pátio da escola para a abertura e lançamento da primeira edição do nosso "Jornal Mural, Pio XII em ação". O trabalho foi realizado pelos alunos do ensino fundamental e médio, sob coordenação e orientação dos professores de Língua Portuguesa do 1º turno. O evento possibilitou o trabalho específico com textos jornalísticos entre outros. Além disso, proporcionou a leitura crítica, a informação e a produção de textos desenvolvidos em sala de aula. Agora todo esse conhecimento e informação se expandirá sobre a comunidade escolar através do jornal mural.
Para abrilhantar o dia, convidamos o jornalista Pablo Magalhães que falou sobre sua trajetória profissional, sobre a função do jornalismo e seu campo de atuação. Foi um momento de muita descontração e entusiasmo.
Parabéns a todos que contribuíram com o desenvolvimento desse trabalho que está apenas começando.
Obrigada!
Arte e design por Solange Monteiro

layout do jornal mural

Alunos do 1º turno


Alunos do ensino médio no suporte técnico

Jornalista Pablo Magalhães em palestra 

Questionamentos, dúvidas e esclarecimentos após a palestra.
Reportagem de destaque

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Aos alunos do 7º ano, como havia prometido. Leiam!

As formigas

 Lygia Fagundes Telles

Quando minha prima e eu descemos do táxi já era quase noite. Ficamos imóveis diante do velho sobrado de janelas ovaladas, iguais a dois olhos tristes, um deles vazado por uma pedrada. Descansei a mala no chão e apertei o braço da prima.
- É sinistro.
Ela me impeliu na direção da porta.  Tínhamos outra escolha? Nenhuma pensão nas redondezas oferecia um preço melhor a duas pobres estudantes, com liberdade de usar o fogareiro no quarto, a dona nos avisara por telefone que podíamos fazer refeições ligeiras com a condição de não provocar incêndio. Subimos a escada velhíssima, cheirando a creolina.
- Pelo menos não vi sinal de barata – disse minha prima.
A dona era uma velha balofa, de peruca mais negra do que a asa da graúna. Vestia um desbotado pijama de seda japonesa e tinha as unhas aduncas recobertas por uma crosta de esmalte vermelho-escuro descascado nas pontas encardidas. Acendeu um charutinho.
- É você que estuda medicina? – perguntou soprando a fumaça na minha direção.
- Estudo direito. Medicina é ela.
A mulher nos examinou com indiferença. Devia estar pensando em outra coisa quando soltou uma baforada tão densa que precisei desviar a cara. A saleta era escura, atulhada de móveis velhos, desparelhados. No sofá de palhinha furada no assento, duas almofadas que pareciam ter sido feitas com os restos de um antigo vestido, os bordados salpicados de vidrilho.
- Vou mostrar o quarto, fica no sótão – disse ela em meio a um acesso de tosse. Fez um sinal para que a seguíssemos.
- O inquilino antes de vocês também estudava medicina, tinha um caixotinho de ossos que esqueceu aqui, estava sempre mexendo neles.
Minha prima voltou-se: – Um caixote de ossos?
A mulher não respondeu, concentrada no esforço de subir a estreita escada de caracol que ia dar no quarto. Acendeu a luz. O quarto não podia ser menor, com o teto em declive tão acentuado que nesse trecho teríamos que entrar de gatinhas. Duas camas, dois armários e uma cadeira de palhinha pintada de dourado. No ângulo onde o teto quase se encontrava com o assoalho, estava um caixotinho coberto com um pedaço de plástico. Minha prima largou a mala e pondo-se de joelhos puxou o caixotinho pela alça de corda. Levantou o plástico. Parecia fascinada.
- Mas que ossos tão miudinhos! São de criança? – Ele disse que eram de adulto. De um anão.
- De um anão? É mesmo, a gente vê que já estão formados… Mas que maravilha, é raro à beça esqueleto de anão. E tão limpo, olha aí admirou-se ela. Trouxe na ponta dos dedos um pequeno crânio de uma brancura de cal. – Tão perfeito, todos os dentinhos!
- Eu ia jogar tudo no lixo, mas se você se interessa pode ficar com ele.  O banheiro é aqui ao lado, só vocês é que vão usar, tenho o meu lá embaixo. Banho quente, extra. Telefone, também. Café das sete às nove, deixo a mesa posta na cozinha com a garrafa térmica, fechem bem a garrafa – recomendou coçando a cabeça. A peruca se deslocou ligeiramente. Soltou uma baforada final: – Não deixem a porta aberta senão meu gato foge.
Ficamos nos olhando e rindo enquanto ouvíamos o barulho dos seus chinelos de salto na escada. E a tosse encatarrada. Esvaziei a mala, dependurei a blusa amarrotada num cabide que enfiei num vão da veneziana. prendi na parede, com durex, uma gravura de Grassmann e sentei meu urso de pelúcia em cima do travesseiro. Fiquei vendo minha prima subir na cadeira, desatarraxar a lâmpada fraquíssima que pendia de um fio solitário no meio do teto e no lugar atarraxar uma lâmpada de duzentas velas que tirou da sacola. C quarto ficou mais alegre. Em compensação, agora a gente podia ver que a roupa de cama não era tão alva assim, alva era a pequena tíbia que ela tirou de dentro do caixotinho. Examinou-a. Tirou uma vértebra e olhou pelo buraco tão reduzido como o aro de um anel. Guardou-as com a delicadeza com que se amontoam ovos numa caixa.
- Um anão. Raríssimo, entende? E acho que não falta nenhum ossinho, vou trazer as ligaduras, quero ver se no fim da semana começo a montar ele.
Abrimos uma lata de sardinha que comemos com pão, minha prima tinha sempre alguma lata escondida, costumava estudar até a madrugada e depois fazia sua ceia. Quando acabou o pão, abriu um pacote de bolacha Maria.
- De onde vem esse cheiro? – perguntei farejando. Fui até o caixotinho, voltei, cheirei o assoalho.
- Você não está sentindo um cheiro meio ardido?
- É de bolor. A casa inteira cheira assim – ela disse. E puxou o caixotinho para debaixo da cama.
No sonho, um anão louro de colete xadrez e cabelo repartido no meio entrou no quarto fumando charuto. Sentou-se na cama da minha prima, cruzou as perninhas e ali ficou muito sério, vendo-a dormir. Eu quis gritar, tem um anão no quarto!, mas acordei antes. A luz estava acesa. Ajoelhada no chão, ainda vestida, minha prima olhava fixamente algum ponto do assoalho.
- Que é que você está fazendo aí? – perguntei.
- Essas formigas. Apareceram de repente, já enturmadas. Tão decididas, está vendo?
Levantei e dei com as formigas pequenas e ruivas que entravam em trilha espessa pela fresta debaixo da porta, atravessavam o quarto, subiam pela parede do caixotinho de ossos e desembocavam lá dentro, disciplinadas como um exército em marcha exemplar.
- São milhares, nunca vi tanta formiga assim. E não tem trilha de volta, só de ida – estranhei.
- Só de ida.
Contei-lhe meu pesadelo com o anão sentado em sua cama.
- Está debaixo dela – disse minha prima e puxou para fora o caixotinho.
Levantou o plástico.
- Preto de formiga! Me dá o vidro de álcool.
- Deve ter sobrado alguma coisa aí nesses ossos e elas descobriram, formiga descobre tudo. Se eu fosse você, levava isso lá pra fora.
- Mas os ossos estão completamente limpos, eu já disse. Não ficou nem um fiapo de cartilagem, limpíssimos. Queria saber o que essas bandidas vêm fuçar aqui.
Respingou fartamente o álcool em todo o caixote. Em seguida, calçou os sapatos e, como uma equilibrista andando no fio de arame, foi pisando firme, um pé diante do outro na trilha de formigas. Foi e voltou duas vezes. Apagou o cigarro. Puxou a cadeira. E ficou olhando dentro do caixotinho.
- Esquisito. Muito esquisito. – O quê?
- Me lembro que botei o crânio em cima da pilha, me lembro que até calcei ele com as omoplatas para não rolar. E agora ele está aí no chão do caixote, com uma omoplata de cada lado. Por acaso você mexeu aqui?
- Deus me livre, tenho nojo de osso! Ainda mais de anão.
Ela cobriu o caixotinho com o plástico, empurrou-o com o pé e levou o fogareiro para a mesa, era a hora do seu chá. No chão, a trilha de formigas mortas era agora uma fita escura que encolheu. Uma formiguinha que escapou da matança passou perto do meu pé, já ia esmagá-la quando vi que levava as mãos à cabeça, como uma pessoa desesperada. Deixei-a sumir numa fresta do assoalho.
Voltei a sonhar aflitivamente, mas dessa vez foi o antigo pesadelo com os exames, o professor fazendo uma pergunta atrás da outra e eu muda diante do único ponto que não tinha, estudado. As seis horas o despertador disparou veementemente. Travei a campanhia. Minha prima dormia com a cabeça coberta. No banheiro, olhei com atenção para as paredes, para o chão de cimento, à procura delas. Não vi nenhuma. Voltei pisando na ponta dos pés e então entreabri as folhas da veneziana. O cheiro suspeito da noite tinha desaparecido. Olhei para o chão: desaparecera também a trilha do exército massacrado. Espiei debaixo da cama e não vi o menor movimento de formigas no caixotinho coberto.
Quando cheguei por volta das sete da noite, minha prima já estava no quarto. Achei-a tão abatida que carreguei no sal da omelete, tinha a pressão baixa. Comemos num silêncio voraz. Então me lembrei.
- E as formigas?
- Até agora, nenhuma.
- Você varreu as mortas? Ela ficou me olhando.
- Não varri nada, estava exausta. Não foi você que varreu?
- Eu?! Quando acordei, não tinha nem sinal de formiga nesse chão, estava certa que antes de deitar você juntou tudo… Mas, então, quem?!
Ela apertou os olhos estrábicos, ficava estrábica quando se preocupava.
- Muito esquisito mesmo. Esquisitíssimo.
Fui buscar o tablete de chocolate e perto da porta senti de novo o cheiro, mas seria bolor?Não me parecia um cheiro assim inocente, quis chamar a atenção da minha prima para esse aspecto, mas ela estava tão deprimida que achei melhor ficar quieta. Espargi água-de-colônia Flor de Maçã por todo o quarto (e se ele cheirasse como um pomar?) e fui deitar cedo. Tive o segundo tipo de sonho, que competia nas repetições com o tal sonho da prova oral, nele eu marcava encontro com dois namora dos ao mesmo tempo. E no mesmo lugar. Chegava o primeiro e minha aflição era levá-lo embora dali antes que chegasse o segundo. O segundo, desta vez, era o anão. Quando só restou o oco de silêncio e sombra, a voz da minha prima me fisgou e me trouxe para a superfície. Abri os olhos com esforço. Ela estava sentada na beira da minha cama, de pijama e completamente estrábica.
- Elas voltaram.
- Quem?
- As formigas. Só atacam de noite, antes da madrugada. Estão todas aí de novo. A trilha da véspera, intensa, fechada, seguia o antigo percurso da porta até o caixotinho de ossos por onde subia na mesma formação até desformigar lá dentro. Sem caminho de volta.
- E os ossos?
Ela se enrolou no cobertor, estava tremendo.
- Aí é que está o mistério. Aconteceu uma coisa, não entendo mais nada!
Acordei pra fazer pipi, devia ser umas três horas. Na volta, senti que no quarto tinha algo mais, está me entendendo? Olhei pro chão e vi a fila dura de formigas, você se lembra? Não tinha nenhuma quando chegamos. Fui ver o caixotinho, todas se trançando lá dentro, lógico, mas não foi isso o que quase me fez cair pra trás, tem uma coisa mais grave: é que os ossos estão mesmo mudando de posição, eu já desconfiava mas agora estou certa, pouco a pouco eles estão… Estão se organizando.
- Como, se organizando?
Ela ficou pensativa. Comecei a tremer de frio, peguei uma ponta do seu cobertor. Cobri meu urso com o lençol.
- Você lembra, o crânio entre as omoplatas, não deixei ele assim. Agora é a coluna vertebral quejá está quase formada, uma vértebra atrás da outra, cada ossinho tomando o seu lugar, alguém do ramo está montando o esqueleto, mais um pouco e… Venha ver!
- Credo, não quero ver nada. Estão colando o anão, é isso?
Ficamos olhando a trilha rapidíssima, tão apertada que nela não caberia sequer um grão de poeira. Pulei-a com o maior cuidado quando fui esquentar o chá. Uma formiguinha desgarrada (a mesma daquela noite?) sacudia a cabeça entre as mãos. Comecei a rir e tanto que se o chão não estivesse ocupado, rolaria por ali de tanto rir. Dormimos juntas na minha cama. Ela dormia ainda quando saí para a primeira aula. No chão, nem sombra de formiga, mortas e vivas desapareciam com a luz do dia.
Voltei tarde essa noite, um colega tinha se casado e teve festa. Vim animada, com vontade de cantar, passei da conta. Só na escada é que me lembrei: o anão. Minha prima arrastara a mesa para a porta e estudava com o bule fumegando no fogareiro.
- Hoje não vou dormir, quero ficar de vigia – ela avisou. O assoalho ainda estava limpo. Me abracei ao urso.
- Estou com medo.
Ela foi buscar uma pílula para atenuar minha ressaca, me fez engolir a pílula com um gole de chá e ajudou a me despir.
- Fico vigiando, pode dormir sossegada. Por enquanto não apareceu nenhuma, não está na hora delas, é daqui a pouco que começa. Examinei com a lupa debaixo da porta, sabe que não consigo descobrir de onde brotam?
Tombei na cama, acho que nem respondi. No topo da escada o anão me agarrou pelos pulsos e rodopiou comigo até o quarto, Acorda, acorda! Demorei para reconhecer minha prima que me segurava pelos cotovelos. Estava lívida. E vesga.
- Voltaram – ela disse.
Apertei entre as mãos a cabeça dolorida.
- Estão aí? – Ela falava num tom miúdo, como se uma formiguinha falasse com sua voz.
- Acabei dormindo em cima da mesa, estava exausta. Quando acordei, a trilha já estava em plena movimentação. Então fui ver o caixotinho, aconteceu o que eu esperava…
- O que foi? Fala depressa, o que foi?
Ela firmou o olhar oblíquo no caixotinho debaixo da cama.
- Estão mesmo montando ele. E rapidamente, entende? O esqueleto já está inteiro, só falta o fêmur. E os ossinhos da mão esquerda, fazem isso num instante. Vamos embora daqui.
- Você está falando sério?
- Vamos embora, já arrumei as malas.
A mesa estava limpa e vazios os armários escancarados.
- Mas sair assim, de madrugada? Podemos sair assim?
- Imediatamente, melhor não esperar que a bruxa acorde. Vamos, levanta!
- E para onde a gente vai?
- Não interessa, depois a gente vê. Vamos, vista isto, temos que sair antes que o anão fique pronto.
Olhei de longe a trilha: nunca elas me pareceram tão rápidas. Calcei os sapatos, descolei a gravura da parede, enfiei o urso no bolso da japona e fomos arrastando as malas pelas escadas, mais intenso o cheiro que vinha do quarto, deixamos a porta aberta. Foi o gato que miou comprido ou foi um grito?
No céu, as últimas estrelas já empalideciam. Quando encarei a casa, só a janela vazada nos via, o outro olho era penumbra.



terça-feira, 30 de abril de 2013

"Jornal mural, Pio XII em ação"

Apresentação



O projeto "Jornal Mural, Pio XII em Ação” é um trabalho específico em textos jornalísticos, que além de ampliar o universo dos alunos, e proporcionar leituras críticas, informará à comunidade escolar sobre acontecimentos do mundo, da cidade e do bairro.



CBC - Língua Portuguesa

Ordenação de habilidades e conteúdos

 Eixo Temático I: Compreensão e produção de textos
    Tema 2: Suportes textuais
- Subtema: Jornal
    Competência:  Ler jornais, produtiva e autonomamente.

·        TÓPICO DO CONTEÚDO: Organização do suporte jornal: relações com o público alvo.

v  HABILIDADE: Ler e produzir textos de jornal, relacionando, produtiva e autonomamente, a organização desse suporte ao público alvo.

·        TÓPICO DO CONTEÚDO: Primeira página

v  HABILIDADE: Ler e produzir textos característicos da primeira página de jornal, produtiva e autonomamente.

·        TÓPICO DO CONTEÚDO: Credibilidade do suporte jornal: linha editorial, público alvo e tratamento ideológico-linguístico da informação.

v  HABILIDADE: Ler jornal, considerando o tratamento ideológico- linguístico da informação.




Orientações para o caderno de "Coletânea de textos"



  1. Providenciar um caderno tipo universitário, confeccionar uma capa personalizada (ver postagem anterior sobre scrapbook) e encapar.
  2. Produzir conforme orientações dadas em sala de aula, uma edição especial de primeira página de jornal personalizada. Nela deve conter: nome do jornal (ex: Jornal da Florência), data e local, manchete e  perfil. A seu critério insira outros gêneros como: horóscopo, previsão de tempo, tirinha .

  • Obs.: Acesse o link abaixo e veja exemplos de jornais personalizados.











quinta-feira, 4 de abril de 2013

Personalize o seu caderno!

 Olá, meus queridos alunos!
Aqui está uma sugestão de como personalizar o seu caderno de coletânea de textos para nosso Projeto "Jornal Mural, Pio XII em Ação". A técnica empregada no Scrapbook é uma ótima ideia, pois você poderá utilizar diversos materiais. A dica é utilizar aquilo que você tem em casa como: botões, retalhos de tecidos, sobras de papéis, adesivos ... Tudo aquilo que a sua criatividade permitir.
Abaixo estão algumas informações sobre essa técnica e alguns links que poderão auxiliá-lo.
Acesse e confira como é interessante, divertido e bonito!
Vamos lá!

 Scrapbook
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sugestão de materiais necessários para confeccionar um scrapbook

O scrapbook é uma terminologia em inglês para definir um llivro com recortes, é entretanto uma técnica de personalizar álbuns de fotografias ou agendas com recortes de fotos, convites, papel de balas e qualquer outro material que possa ser colado e guardado no interior de um livro.
O scrapbook, assim como a colagem, consiste também em atividade para a composição de memórias e recordações mediante o uso de fotografias. É um passatempo de decorar se aplica também a cartas, poemas, convites entre outros. Este hobby possui muitos adeptos. Só nos Estados Unidos se estima que existen mais de 25 milhões de entusiastas.

Links:

  • Máteria do Jornal Hoje

 http://www.youtube.com/watch?v=9__JwappUIM

  •  Artesanato: Decoração de capa de caderno
 http://www.youtube.com/watch?v=RwzeFqBOzsE

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Vinícius de Moraes, homenageado no Dia da Poesia

Homenageamos no "Dia da Poesia"  o poeta, compositor e cantor, Vinícius de Moraes por sua valiosa contribuição  na poesia e na música. 
Os alunos do 6º ano HF leram o livro "A Arca de Noé" contendo 32 poemas( Coleção Literatura em minha casa), já os alunos dos 7º anos leram "Receita de poesia", além de ouvirem algumas composições clássicas de Vinícius com seus parceiros Toquinho e Tom Jobim.
Foi uma comemoração simples, porém enriquecedora. O incentivo à leitura é sempre válido e prazeroso.


N
Mural informativo - Dia da Poesia

Cartaz representando a Arca de Noé com poemas de Vinícius de Moraes
 e ilustrações dos alunos  do 6º ano Herbert Frota

Poema "Soneto de separação"


Música : Eu sei que vou te amar


Biografia



domingo, 31 de março de 2013

Feliz Páscoa!


Ovo que vem de longe
A troca de guloseimas durante a Páscoa é muito comum, alem de ser uma tradição muito antiga, que nos remete à Europa do século XIII.
Equipe RHBN
5/4/2012


Coelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos, três ovos assim
Coelhinho da Páscoa, que cor eles têm?
Azul, amarelo e vermelho também.





A quadrinha popular que se ouve na voz da criançada com a proximidade da Páscoa anuncia a troca de guloseimas no domingo que encerra a Semana Santa. A tradição é antiga na Europa, remonta ao século XIII, quando os estudantes da Universidade de Paris, após  entoarem salmos e cânticos de louvor a Deus em frente à catedral saíam organizados em procissão, recolhendo presentes. As ofertas, especialmente ovos, eram distribuídas para parentes, amigos e vizinhos. Os ovos, tingidos de azul ou vermelho, simbolizavam o renascimento, a ressurreição e a imortalidade.
Confeccionados em madeira ou argila, com o tempo eles passaram a ser pintados e decorados com requinte.  No Brasil, o costume de receber e distribuir ovos de Páscoa data apenas dos anos 1920, introduzido pela colonização alemã nas cidades do Sul. Aos poucos, a prática se espalhou em massa de chocolate pelas confeitarias do resto do país, para o pecado de todos.


quarta-feira, 20 de março de 2013

9 motivos para estudar português!

Olá, meus queridos alunos!
O site "Educar para crescer" traz dicas excelentes para quem se interessa e gosta de aprender sobre leitura e escrita. Achei super interessante e tenho certeza que vocês irão gostar. Saber falar e escrever é condição essencial para qualquer estudante. 
Para tal atividade, acessem o link abaixo e descubram como melhorar sua prática comunicativa.





Foto: Ter o hábito de ler ajuda nos transportarmos para onde nossa imaginação nos levar
Foto de Cláudia Mariano postada no site "Educar para crescer"
Abraços,

Professora Florência 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Dia da poesia




14 de março 
 Dia nacional da poesia

Hoje é comemorado e considerado o dia nacional da poesia, pois foi nesta data que nasceu o poeta brasileiro Castro Alves (Curralinho, 14 de março de 1847 — Salvador, 6 de julho de 1871).
Poeta romântico, defensor dos escravos, Antônio Frederico de Castro Alves, nasceu na fazenda Cabaceiras, a sete léguas (42 km) da vila de Nossa Senhora da Conceição de "Curralinho", hoje Castro Alves, no estado da Bahia.
Suas poesias mais conhecidas são marcadas pelo combate à escravidão, motivo pelo qual é conhecido como "Poeta dos Escravos". Foi o nosso mais inspirado poeta condoreiro.



Para comemorar o dia da poesia o blog "Oficina da palavra" homenageia o poeta Vinícius de Moraes( 1913-1980) por seu centenário. Se fosse vivo estaria completando 100 anos.

Poeta, compositor, cantor, diplomata e amante da vida e das mulheres, Vinícius de Moraes fez história na literatura e na música brasileira. 
Suas obras literárias foram marcadas por versos em linguagem mais simples e sensual, por vezes carregadas de temas sociais.

Soneto de Fidelidade
Vinicius de Moraes

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.


Vinicius de Moraes, "Antologia Poética", Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96.



Na música, no final dos anos 50, lançou com Tom Jobim, João Gilberto e  jovens cantores a Bossa Nova, movimento derivado do samba e com forte influência do jazz. A bossa nova tornou-se um dos movimentos mais influentes da história da música popular brasileira, conhecido em todo o mundo. Exemplo disso é a música Garota de Ipanema composta em 1962 por Vinícius e Tom Jobim.












segunda-feira, 11 de março de 2013

Parabéns, Pio XII! 60 anos transformando vidas.

E.E.Pio XII


Hoje, dia 11 de março de 2013, a Escola Estadual Pio XII completa seu sexagésimo aniversário. Nossa escola tem uma trajetória de sucesso, pois está a serviço de uma educação de qualidade e merece de todos nós o reconhecimento pelo papel que desempenha na educação.

Parabéns Pio XII, por transformar vidas! Construindo o presente, pensando no futuro.


Paródia em homenagem a E.E.Pio XII, produzida pelas alunas Débora, Iara, Eduarda e Marcela do 7º ano Carlos Drummond. Melodia da Música de Ivete Sangallo, "Sorte grande".

Sorte grande

A minha sorte grande
foi estudar no Pio XII.

Minha escola é guerreira
Viver a educação
Ganhar o meu livrão
Pra ser feliz a vida inteira.

É lindo teu ensino 
O brilho dos alunos
Uns anjos querubins
Doce da merenda
Calor dos professores
Perfume de jasmim.

Chegou a professora
Ensinando sem embaraço
O ensino não é brincadeira.

Chegou Florência Vieira
Ensinando lá no quadro
Pio XII levantou poeira.

Poeiraaaaa,
Poeiraaaaa,
Poeiraaaaa,
Levantou poeira!









A Escola Estadual Pio XII volta às aulas!

Esperamos por todos vocês!